Jon Marrick
Há vinte anos enterrou o pai sem um corpo para enterrar. Esta noite, um velho rádio devolveu-lhe a sua voz.
Gente que procura alguma coisa. Nem sempre a mesma, e quase nunca pelos mesmos motivos.
Há vinte anos enterrou o pai sem um corpo para enterrar. Esta noite, um velho rádio devolveu-lhe a sua voz.
Desapareceu no Atlântico há vinte anos, durante uma expedição. Oficialmente, está morto.
Abre o que os outros dão por fechado. Trabalha sozinha porque não confia em ninguém. Ainda.
Guarda em Lisboa provas do naufrágio. E uma frase que há vinte anos não diz.
Está convencido de que quem controlar certa energia evitará as guerras do futuro. O pior é que fala a sério.
Pragmático e perigoso. Tem o seu próprio código, e não está escrito em nenhum contrato.
Uma bússola negra na insígnia e ordens para não fazer perguntas. Veem o que têm à frente; as costas são outra história.